BATISMO COM ESPÍRITO SANTO



ESBOÇO 589
TEMA: BATISMO COM ESPÍRITO SANTO
TEXTO: ATOS 2:1

            O batismo com o Espírito Santo é um dos acontecimentos mais importante para os cristãos pentecostais em toda parte do mundo. É uma experiência que somente quem recebe sabe a importância. Apresentaremos sucintamente sobre o batismo com o Espírito Santo, as línguas estranhas, a autoridade de Pedro no dia de pentecostes e a atualidade.

O batismo com Espírito Santo
È uma experiência dada por Deus ao Cristão, esse batismo é somente para os salvos em Cristo e não deve ser confundido com salvação, por isso precisamos compreender essa doutrina. Alguns profetas falaram sobre esse evento (Zc 2:10; Jl 2:28,29), mas esse acontecimento foi o primeiro evento após a ressurreição de Jesus no momento em que os discípulos estavam reunidos em oração (At 2:1), também foi o cumprimento do que João Batista e Jesus também havia falado (Mt 3:11; Lc 24:49; Jo 15:26,27). Esse acontecimento se deu aos 50 dias “pentecostes” depois da páscoa (At 2:1), era a festa das semanas, um grande festejo hebraico conforme (Lv 23:15-21), onde se reuniam pessoas de todas as nações. Ao cumprirem-se os cinqüenta dias, cerca de cento e vinte discípulos se reuniram em oração no cenáculo em Jerusalém como Jesus lhes ordenara, daí veio um vento impetuoso e encheu toda casa e todos foram cheios do Espírito Santo e falaram em outras línguas (At 2:4,5), a multidão que fora atraída pelo movimento presenciava aquele acontecimento perplexa e sem entender o que estava acontecendo (At 2:16-18).

“O batismo com o Espírito Santo é uma experiência subsequente à salvação, concedida por Deus aos seus servos, tornando-os aptos a cumprir a missão de pregar o Evangelho.”

Línguas estranhas
No dia de pentecostes falar em línguas estranhas daquela maneira foi um fenômeno jamais visto, foi algo sobrenatural, esse acontecimento causou admiração e confusão aos estrangeiros que estavam na ocasião da festa da colheita. No pentecostes eram oferecidas as primícias, por essa razão havia muita gente, e elas presenciaram aquele grupo falarem outras línguas, eles falavam em línguas repartidas como de fogo as quais pousavam sobre cada um deles (At 2:3). As pessoas não entendiam o que estava ocorrendo naquele momento, pensaram que todos estavam embriagados (At 2:12,13), nem mesmo os discípulos estavam entendendo aquele fenômeno, talvez não esperassem que seria daquela maneira, mas sabiam que era algo relacionado as promessas de Deus e de Jesus quando lhes disse: “Ficai em Jerusalém até que do alto sejais revestidos de poder”  (Lc 24:49), embora João Batista também tenha dado um sinal profético (Mt 3:11).

A autoridade e o testemunho de Pedro
Deus sempre teve um instrumento para cada ocasião, nesse momento a pessoa que teria tudo para não ser o primeiro a não tomar a atitude de enfrentar o povo era Pedro, devido a sua negação a Cristo, mas ai entende-se que ele já estava restaurado, Jesus já haviam passado tudo a limpo em relação ao fracasso de Pedro, Jesus amava-o, as nossas falhas são entendidas pelo Senhor que muito nos ama. Pedro toma a frente e dá um belo discurso (At 2:15-35), foi um discurso comovente, não era mais aquele Pedro de dantes, mas agora cheio e fortalecido pelo poder do Espírito Santo, ele falava com ousadia e houve uma grande colheita de almas (At 2:37,38). O Espírito Santo é o brilho de uma pregação do evangelho é ele quem convence as pessoas reconhecerem seus pecados e serem conduzidas a Cristo (Jo 16:5-11).

Contemporaneidade
Atualmente essa ação poderosa do Espírito Santo permanece, porém em pequena escala, porque muitos cultos de cristãos pentecostais perderam o foco e a busca por essa experiência espiritual e o ensino do batismo com Espírito Santo deixou de ser uma das principais prioridades, o esfriamento já começou em muitas nações berço do pentecostalismo, o Brasil viveu tempos de avivamento e o que nos preocupa é que a busca pelo batismo desapareça também, pois estamos vendo os crentes deixando de orar e buscar os dons espirituais. O materialismo, as buscas por benefícios próprios e bens materiais têm conduzido muitos crentes a perderem o interesse pela oração que é a porta de entrada para receber tanto o batismo quanto os dons espirituais (At 2:1). Nas pregações pouco se falam em batismos, em curas e milagres, essas mensagens foram substituídas por outras que massageiam o ego conduzindo os crentes a viver uma vida de aventura, falar em línguas praticamente não se ver mais, se algum crente falar é estranho mesmo, porque muitos se voltam para ver quem é. As igrejas estão repletas de pessoas, porém vazias espiritualmente, elas vivem mais em busca das suas melhorias financeiras e cura para seus corpos e não para serem cheios do Espírito Santo, devemos prestar atenção no que disse Paulo “Não vos embriagueis com o vinho em que há contenda, mas enchei-vos do Espírito.” (Ef 5:18). A sede pela plenitude espiritual deve ser constante, pois a presença do Espírito Santo em nossas vidas é o combustível que mantém acesa a chama pentecostal.

            Amados, devemos despertar nos cristãos o desejo de buscar o batismo com o Espírito Santo, porque todo crente pode ser batizado (I Co 12:12,13; I Jo 2:20,27), o verdadeiro crente possui o Espírito Santo, se assim não for ele nem crente é. O batismo com o Espírito Santo é uma das evidencias que habilita o crente a desenvolver a sua vida espiritual de maneira plena, falar em línguas é o que evidencia o Batismo, ele nos habilita a realizar a obra de Deus, visto que somos nascidos dele (Jo 3:3,6; I Jo 5:1); O Espírito Santo deseja habitar em nós porque somos templo dele (I Co 6:19; Rm 8:9-15; I Jo 2:26; Gl 4:6); o batismo com Espírito Santo é o penhor divino que nos dá a segurança da obra de Cristo em nossas vidas (Ef 1:13; 4:30), devemos ter cuidado e sempre procurar manter aceso no nosso candelabro espiritual através da oração e consagração ao Senhor.

Pr. Elis Clementino-Paulista/PE

DESIGNAÇÕES PARA O EPISCOPADO



ESBOÇO 588
TEMA: DESIGNAÇÕES PARA O EPISCOPADO
TEXTO: 1 TIMÓTEO 3:1-10

            Na bíblia há recomendações especificas para pessoas que são chamadas para exercer atividades ministeriais na obra de Deus, as qualificações tornam-se indispensáveis para essas funções, embora não haja homens perfeitos para ocupar o cargo de Bispos ou Presbíteros, Pastores e Diáconos, mas é necessário que eles tenham essas qualidades. A conduta do obreiro diz muito a respeito do seu desempenho ministerial e outras funções eclesiásticas que ele venha exercer. Paulo doutrinou o jovem obreiro Timóteo para que ele desenvolvesse bem o seu ministério. Falaremos nesse mote sobre a aspiração pelo episcopado, a conduta tanto no lar quanto para com os de fora.  

(1) Aspiração
Desejar o episcopado é natural desde quando não seja mórbida, essa é uma ambição que não deve ser ignorada. Cada pessoa tem reações e desejos diversificados, por isso devemos entender e não ignorar de forma grosseira aqueles que desejam, mas é necessário mostrar-lhes que existem as qualificações para o exercício ministerial (I Tm 3:1), para isso é necessário levar em consideração a vida devocional que começa com o novo nascimento e com a morte do velho homem e o abandono das velhas práticas (Rm 6:6,10; Ef 4:22-24) que também é aplicada a vida diária de todos aqueles que compõem a igreja de Cristo.

(2) Qualificações
A nossa conduta deve ser vista em dois aspectos: No lar e fora dele. Paulo mostra a Timóteo que o candidato ao ministério tenha essas principais características: (1) Ser irrepreensível; (2) Marido de uma só mulher; (3) Vigilante; (4) Sóbrio; (5) honesto; (6) Hospitaleiro; (7) Apto para ensinar; (8) Não dado ao vinho; (9) Não espancador, mas moderado; (10) Inimigo de contendas; (11) Não ganancioso; (12) Que governe bem a sua casa, tendo seus filhos sob a disciplina com todo respeito; (13) Não neófito para que não se ensoberbeça e caia na condenação do diabo (Tm 3:2-4). A nossa vida devocional exemplar deve ser a nossa divisa enquanto vivermos, o nosso testemunho cristão deve ser dado até o final da nossa carreira.

(3) Comportamento exemplar
É necessário que a sua conduta seja transparente tendo um bom testemunho para com os que são de fora para que não caia em opróbrio, e no laço do diabo (I Tm 3: 6,7).  O líder espiritual deve ter essas qualificações, para que a obra de Deus tenha um desenvolvimento saudável, esses deveres devem ser estendidos também aos líderes de diversos departamentos da igreja, se assim fizerem serão um bom ministro de Cristo (I Tm 4:6). O mundo precisa conhecer as qualidades daqueles que pregam o evangelho, pois “Há quem pregue arrependimento sem jamais tê-lo experimentado. Há quem anuncie a graça sem jamais ter sido transformado por ela. Há quem conduza os perdidos à salvação e ainda está perdido” Hernandes Dias Lopes. Amados essas coisas têm feito com que as pessoas desacreditem no que pregamos pelo fato de muitos não viverem verdadeiramente o evangelho, mas isso tem um preço, porque cada um dará conta dos seus atos a Deus, pois tudo o que semear colherá, pois semear é opcional, mas colher é obrigatório, toda infidelidade a Deus tem um preço, e através dela podemos causar infortúnios na obra de Deus.

         Muitos cristãos desejam o episcopado e outras posições de liderança na igreja, mas eles precisam estar cientes que devem ter uma boa conduta, caso contrário ele não estará fazendo jus a sua chamada ministerial. Sobre nós é imposta a responsabilidade de cumprir pra com Deus os nossos compromissos com Deus, e ser um verdadeiro exemplo (I Tm 4:12). Que Deus abençoe e ajude a todos os obreiros da sua seara.



Pr. Elis Clementino – Paulista -PE

A PREEXISTÊNCIA E A IMUTABILIDADE DE CRISTO



ESBOÇO 587
TEMA: A PREEXISTÊNCIA E A IMUTABILIDADE DE CRISTO.
TEXTO: HEBREUS 13:8

            As escrituras revelam sobre a preexistência e a imutabilidade de Cristo (Mq 5:2; Jo 1:1), portanto é de fundamental importância que o cristão conheça pelo menos um pouco sobre o assunto. Essa doutrina é chamada de cristologia, e bastante difundida no cristianismo. Arrazoaremos de forma rápida sobre a sua preexistência, imutabilidade, encarnação, as obras realizadas e onde ele está.

1. Preexistência
1.1. Profecias
O profeta Miquéias em sua mensagem inspirada fala sobre a existência de Cristo desde os tempos antigos e os dias da eternidade (Mq 5:2), e João ratifica sobre o seu tempo e a criação “No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o verbo era Deus. Ele estava no princípio com Deus (Jo 1:1,2). Jesus deu prova disso quando foi interrogado a respeito do seu conhecimento de Abraão dizendo: Antes que Abraão existisse eu sou (Ex 3.14) (Jo 8:58), leia também (Jo 17:5,24; Cl 1:17), Judas 1.25) “... glória, majestade, domínio e poder, antes de todos os séculos, e agora, e para todo o sempre. Amém!”

1.2. Seus feitos
João escreveu que todas as coisas foram feitas por Ele “Todas as coisas foram feitas por meio dele, e sem ele nada do que foi feito se fez” (Jo 1:2,3).

1.3. Revelação
A pessoa de Cristo começou a ser revelada ao homem desde o Éden através da mensagem divina em (Gn 3:15). Os profetas também profetizavam, Balaão disse: “Vê-lo-ei, mas não agora; contemplá-lo-ei, mas não de perto. Uma estrela procederá de Jacó...” (Nr 24:17).

1.4 Encarnação
Jesus o verbo encarnado (Jo 1:14), “Mas vindo a plenitude dos tempos, Deus “enviou seu filho, nascido de mulher” (Gl 4:4; Rm 8:3). Ele Assumiu a forma de servo, tornando-se semelhante aos homens (Fp 2:6,7).

1.4.1. Quais as razões para sua encarnação?
a. Confirmação das promessas de Deus (Gn 3:15; Is 9:6; 7:14; Mq 5:2).
b. Revelar o Pai a humanidade (João 1:18; 14:7,9;)
c. Se tornar sumo sacerdote e rei eterno (Hb 5:1,2; 4:15,16).
d. Aniquilar o pecado no próprio corpo (Hb 9:26b; Hb 2:9; 1 Jo 3:5).
e. Destruir as obras do Diabo (1 Jo 3:8).
f. Preparar o seu segundo advento (Hb 9:28).

1.4.2. Quais as obras realizadas por Cristo após a sua encarnação?
Muitos milagres foram realizados por ele, entre eles estão: Milagres (Mt 14:36; Jo 21:25); Ressurreição de mortos (Mc 5:41,42; Lc 7:14,15); Ensinou a muitos (Mt 4:23; Lc 4:15); Fez união entre povos  (Ef 2:14); Glorificou ao pai (Jo 17:4); Salvou o ladrão na cruz (Lc 23:43).

2. Imutabilidade:
A Imutabilidade de Deus, refere-se a sua constância ou ao fato de ser sempre o mesmo! Deus é absolutamente perfeito e não pode mudar para melhor, nem mudar para pior. Embora tudo mais esteja em estado de constante mudança, Deus permanece o mesmo para sempre e sempre.

O escritor aos Hebreus diz que Jesus é o mesmo, ontem, hoje e eternamente (Hb 13:8) e o Apóstolo Tiago também declara que Jesus Cristo é o pai das luzes em quem não sombra e nem variação (Tg 1:17). Ele permanece para sempre, ele é o sacerdote eterno (Hb 7:3); Ele é o principio e o fim (Ap 22:13 (Hb 1.12) “... mas tu és o mesmo, e os teus anos não acabarão! (Mq 3.6) “Porque Eu, o Senhor , não mudo!”

3. Onde Ele está?
4.1. A destra de Deus como: (At 7:55).
a) Sumo sacerdote (Hb 4:14; 7:17; 8:1)
b) intercessor (Rm 8:34; Hb 7:25)
c) Advogado (1 Jo 2:1)
d) Juiz dos vivos e dos mortos (At 10:42)

Amados o que muito nos alegra é sabermos sobre a preexistência de Cristo, a sua imutabilidade, revelação e encarnação. A sua permanente manifestação sobrenatural sobre nós é o que nos garantem essa certeza, por isso devemos permanecer firme em suas promessas e convictos da nossa redenção, porque fiel é o que prometeu.

Pr. Elis Clementino – Paulista -PE

DESOBEDIÊNCIA E OBEDIÊNCIA



ESBOÇO 586
TEMA: DESOBEDIÊNCIA E OBEDIÊNCIA
TEXTO: ROMANOS 5:19

            Desobediência as leis divinas e humanas é um dos males que tem contribuído para muitos conflitos sociais, pois a atitude de desobedecer vem desde o começo da criação. Quando Deus formou o homem estabeleceu princípios e limites que eram fundamentais, mas o homem violou esses princípios. Toda desobediência tem as suas consequências, e estas podem afetar outros indivíduos (Rm 5:12), quando desobedecemos a Deus violentamos a nossa própria alma (Pv 8:36). Veremos nesse breve mote o significado do termo “pecado”, como também as consequências da desobediência as leis divinas e humanas, a confissão da culpa e a obediência.

I. Significado
É uma ação ou efeito de desobedecer, cujos sinônimos são: indisciplina, insubmissão, insubordinação, rebelião e subversão. A palavra pecado também é um termo usado para descrever a desobediência à vontade de Deus (I Sm 15:19). O homem é tendencioso a pecar, e quanto mais peca, mais desejo tem, é um tipo de abismo que chama outro (Sl 42:7-9), com isso há degradação humana, tanto moral quanto espiritual. O ser humano é insaciável em relação ao pecado (2 Tm 3:13), messe texto temos a descrição das características do homem na prática do pecado. O homem não é pecador porque peca, mas por natureza.

II. As consequências da desobediência as leis divinas e humanas
(1) A desobediência as leis divinas teve como consequencias: (a) Contagiou todos os homens (Pv 20:9; Ec 7:20; Is 64:6; Rm 3:23;  5:12; I Jo 1:8); (b) Perdas de privilégios espirituais, ou destituição da glória de Deus (Rm 3:23); (c) Podendo ser banidos da presença do Senhor no julgamento (II Ts 1:9).

(2) A desobediência as leis humanas. Ao transgredir as leis humanas as consequências também são reais e inevitáveis, pois a lei da semeadura sempre estará em ação (Gl 6:7), as transgressões as leis divinas custaram vidas (Js 7:1-15; Pv 11:19; Ez 18:4c). Cada individuo é responsável pelos seus atos (Na 1:3), somente a consciência pode levar o individuo a reconhecer o seu pecado, pois essa é a única maneira do homem ter novamente a sua reconciliação com o Pai (Lc 15:17-19). Nessa bela parábola Jesus apresenta a oportunidade que o homem tem para obter o perdão e ser indultado pelo Pai, porém é necessário que ele abomine e deixe o pecado (Pv 28:13), após o reconhecimento do pecado o homem refaz o seu caminho baseado na obediência.

III. A confissão da culpa
Falamos anteriormente que é necessário o homem confessar e deixar o pecado, pois esse é o primeiro passo para ele alcançar: (a) Misericórdia (Pv 28:13); (b) Ser sarado espiritualmente das chagas deixado pelo pecado (Tg 5:16); (c) Perdoados (I Jo 1:9); (d) Cancelamento dos pecados (Rm 4:7,8); (e) Justificados pela fé em Cristo (Rm 5:1; 5:19); Purificação, mas convém lembrar que essa purificação aqui é condicional (I Jo 1:7), finalmente todo os benefícios que recebemos é condicional, devemos nos conservar puro (Tg 1:10-27) para usufruir dos bens espirituais.

IV. A obediência
Obedecer é melhor do que sacrificar (I Sm 15:22), mas para exercer a obediência é preciso sacrifícios, renuncia de coisas que estamos apegados, principalmente do nosso eu. Quando obedecemos a Deus teremos uma grande colheita espiritual estendendo-se aos bens materiais

Amados, devemos afastar de nós qualquer tipo de desobediência, a Bíblia nos ensina a lançar fora todo fermento velho para que seja uma nova massa em Cristo (I Co 5:7), pois ele morreu por nós pecadores (II Co 5:15; Cl 1:22; Hb 2:9). Sejamos obedientes a Cristo guardando a sua palavra e seus ensinamentos (Ef 4:25-31; Cl 3:8; Tg 1:21; I Pe 2:1). Sigamos o que as escrituras nos ensinam, assim seremos abençoados e prósperos para a glória de Deus.

Pr. Elis Clementino – Paulista -PE

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