ESBOÇO 733 A LIBERALIDADE EM PERDOAR

ESBOÇO 733
TEMA: A LIBERALIDADE EM PERDOAR
TEXTO: EFÉSIOS 4:28 “Não se ponha o sol sobre a vossa ira”

                A tarefa de perdoar é uma das mais difíceis para o indivíduo, principalmente a alguém que de alguma maneira tenha mexido com seus sentimentos e gerado amargura. Geralmente as pessoas excessivamente sentimentais sentem dificuldade em liberar o perdão, por causa disso sofrem angústia na alma e indisposição, embora o mesmo não aconteça com outras pessoas, porque elas não guardam mágoas e facilmente perdoam, pois assim, elas têm menos possibilidade de adoecerem, porque facilmente elas desfazem do seu coração todo sentimento de ódio ou rancor. Ponderarei nessa questão sobre a liberalidade do perdão, não atirar pedra sobre pedra e o valor do ato de perdoar.

1. Liberalidade
É um dos princípios fundamentais que leva o indivíduo a se doar em função dos outros, mas isso não é fácil porque exige certo sacrifício por parte do indivíduo, ele tem que abrir mão de algo que lhe é muito peculiar, o seu Eu. Existem pessoas que tem essa dificuldade de liberar algo de si para os outros, essas tais precisam ser ensinadas para que o ato da liberalidade de perdoar torne-se comum no seu cotidiano. Muitas vezes o indivíduo se desgasta em função das outras pessoas, o Apóstolo Paulo vivenciou isso e praticou “embora seja menos amado, mas me gastarei e me deixarei gastar por vocês” (2 Co 12:15). Aqui envolve também a pratica do perdão.

2. Não atirar pedra sobre pedra
A intuição humana é revidar ou atirar de volta em proporção ainda maiores às pedras que lhes são arremessadas, mas é preciso lembrar que Jesus ensinou a agir de maneira diferente para com aqueles que muitas vezes nos machucam e até nos fazem chorar “amai aos vossos inimigos” (Mt 5:43-48), perdoai-lhes, não importar qual seja, e nem o tamanho das feridas causadas pelas pedras. “Quando o ultrajavam, não revidar com ultraje; quando maltratados, não fazia ameaças, mas entregava-se a aquele que julga retamente.” (I Pe 2:23). Nenhum sentimento de gloria haja no teu coração quando o teu inimigo vir a cair (Pv 24:17). Os masoquistas sentem prazer em ver aqueles que lhe magoaram sofrerem, mas esse não é um sentimento cristão, e sim diabólico, porque é um sentimento de vingança.

3. O ato de perdoar
O ato de perdoar é um mandamento divino, muitas vezes sentimos dificuldade em remover uma pedra que fora arremessada por alguém que tanto fizemos por ela, mas nada justifica não perdoar. Jesus foi interrogado pelos seus discípulos sobre quantas vezes eles deviam perdoar, eles já foram limitados a um dos princípios bem conhecido entre eles “até sete vezes”, porém Jesus respondeu: Não somente sete, mas setenta vezes sete (Mt 18:21-22).

É impossível promover paz sem perdão “Se possível tendes paz com todos.” (Rm 12:18), mas para isso tanto o ofensor quanto o ofendido deve abrir mão da sua personalidade forte, do seu Eu, e se perdoarem. Quando perdoamos alguém reconstruímos ponte sobre abismo, geralmente o ofendido é mais difícil de ser conquistado, porém, não impossível, “É mais fácil conquistar uma cidade forte do que um irmão ofendido” (Pv 18:19). Se ofendesse teu irmão vai a ele e reconcilia-te com ele enquanto vocês estão no caminho. Jesus falou sobre duas coisas importantes o PERDÃO e a DISCIPLINA (Mt 5:23-26; 18:15-16).

                Devemos pedir a Deus sabedoria para entrar e sair, aqui fala de convivência no relacionamento, isso foi o que Salomão pediu a Deus em sua oração (2 Cr 1:10). O bom senso é capaz de reverter ou reconquistar amizades rompidas, somente o bom senso pode conduzir o indivíduo a reconhecer seus próprios erros e facilitar o pedido de perdão, com ele, ou seja, com o perdão os incômodos da pessoa ofendida desaparecem. Não devemos atirar pedras sobre pedras, dessa maneira aumentamos o número de inimigos, porque as pedras que remetemos sobre alguém que nos incomoda podem atingir outras pessoas que não tenha nada a ver, as pedras remetidas são como balas perdidas que acabam acertando inocentes. Libere perdão não importa quantas vezes, simplesmente perdoe! Perdoe! E perdoe. “...Assim como o Senhor vos perdoou, assim também perdoai vós” (Cl 3:13).

Pr. Elis Clementino – Paulista –PE

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ESBOÇO 732 CONSELHOS PRÁTICOS

ESBOÇO 732
TEMA: CONSELHOS PRÁTICOS
TEXTO: PROVÉBIOS 1:1-8; 4:13

            No nosso dia a dia acontece uma série de coisas que nos deixam complexos e sem entendê-las, umas acontecem e não temos como impedi-las, porém outras podem ser evitadas, por isso precisamos ter muita cautela para que as coisas em volta de nós dêem menos erradas. A prudência ou comedimento é necessário no cotidiano de um líder, pois a administração de um líder somente será proveitosa se ele agir inteligentemente. Salomão alerta a todos dizendo: “Pondera as veres dos teus pés e todos os teus caminhos sejam bem ordenados” (Pv 4:26), essa é umas das suas boas advertências. Alguns princípios não podem ser olvidados, pois eles são fundamentais para que você viva bem.

A. As nossas decisões (Pv 1:31)
a) Qualquer decisão que tomarmos, seja elas ruins ou boas terão resultados, por essa razão devemos ponderar bem antes de tomá-las. Há decisões que causam estragos e para tentar consertar às vezes causam outros estragos, as vezes maiores.

b) Todas as decisões isoladas que tomarmos isentará as outras pessoas da culpa, embora elas também sofram as conseqüências, pois muitas pessoas são prejudicadas por causa das decisões que tomamos.

c) Não culpe a Deus pelas conseqüências das decisões erradas tomadas por você, saiba, porém que todas as conseqüências recairão sobre seus ombros (Pv 1:31; 12:14).

d) Não culpe as outras pessoas quando as suas decisões derem erradas, talvez você tenha a maior parcela de culpa e não elas, no entanto há pessoas que induz as outras ao erro.

e) Se todas as suas decisões estiverem sendo acertada, isso não é sinal que todas as outras continuarão dando certo, também não se frustre com as que derem errado. Corrija com cuidado os erros, refaça o caminho.

B. Cuidado com o que ouve e com o que fala
a) Não acredite nas pessoas que denigram a imagem das outras pessoas, certifique-se primeiro de que fonte, talvez ela não seja uma fonte tão segura quanto você pensa. Saiba que há diferença entre a língua do ímpio e do justo (Pv 10:31,32).

b) Aqueles que dão ouvidos aos denigrem a imagem das pessoas serão as próximas vítimas (Pv 13:2).

c) Corrigir os erros dos outros é muito fácil, difícil é corrigir os nossos, ou seja, tirar a trave dos nossos olhos (Mt 7:3-5). Os espelhos mostram os nossos defeitos, pois eles são fiéis naquilo que refletem.

C. Prudência na liderança (Pv 29:12)
a) O líder precisa ser prudente no ouvir;
b) Não ser precipitado;
c) Prudente no julgar;
d) Ser imparcial;
e) Não julgar pela emoção;
f) Usar sempre o bom senso;
g) Paciente;
h) Pacífico;
i) Atencioso;
j) Humilde.

            Existem muitos métodos de se aprender, um deles é através dos conselhos, quem leva em consideração os conselhos sabe que na multidão deles há segurança (Pv 11:14); Há quem diga que se conselho fosse bom seria vendido, no entanto por ser de graça e poucas pessoas aceitam, pois os conselhos contrariam as nossas vontades, portanto é necessário que tenhamos humildade para recebê-los. As nossas decisões devem ser tomadas quando estivermos certos, essa é uma atitude prudente, ela nos faz ver e prever os males resultantes da precipitação. “Portanto, vede prudentemente como andais, não como néscios, e sim como sábios, remindo o tempo, porque os dias são maus...” (Ef 5:8-17). É preciso ter muito cuidado, pois viver sabiamente é uma das tarefas mais difíceis, porém não impossível.

Pr Elis Clementino- Paulista –PE

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ESBOÇO 731 APRENDENDO COM SEU MESTRE

ESBOÇO 731
TEMA: APRENDENDO COM SEU MESTRE
TEXTO: “Porque não é o discípulo maior que o seu mestre, nem do servo maior do que o seu senhor. Basta ao discípulo ser como o seu mestre, e o servo como o seu Senhor.” MATEUS 10:25
           
Uma grande lição Jesus nos dá para ser aprendida e praticada no nosso cotidiano, embora nem sempre as pessoas coloquem em prática o que lhes foram ensinados, porque elas contrapõem os nossos anseios. A lição de humildade ensinada por Jesus é para todos “Aprendei de mim que sou manso e humilde de coração, a humildade é a base para aprender.

1. O grande desejo
Havia uma grande ansiedade dos discípulos, eles desejavam saber qual deles seria o maior, e por causa desse anseio suscitou-se uma grande discussão entre eles. A lição de Jesus foi clara e objetiva “Os reis dos gentios dominam sobre eles. O maior seja como o menor e o que governa como o que serve.” (Lc 22:25-27). Os ensinamentos de Jesus atravessaram gerações e continuam atualizados, não podemos deixar de observar esses ensinamentos, principalmente os obreiros devendo aplicá-los a si mesmos.

2. Nem todos pode ser líder
Aqueles que não aprenderam a subserviência não podem ser líder, a liderança impõe uma grande responsabilidade. O que lidera precisa ter os pés no chão, ou seja, ele necessita ter autodomínio e respeitar seus liderados, sabendo que há alguém que domina sobre si, o líder não deve esquecer que ele continua sendo servo. A parábola de Jesus a respeito do servo mau (Mt 24:48-49), o servo mau espanca e humilha seus subordinados, é um aproveitador de oportunidade para demonstrar a sua força e poder.

3. Diferença entre autoridade e poder
A autoridade deve ser conquistada e reconhecida através do respeito sobre seus liderados. O poder impõe, e nem sempre com ele o líder consegue um bom resultado. “O poder normalmente e conhecido como um excelente antidepressivo de curta duração.” Charles McElroy. O líder deve mostrar em circunstâncias adversas o seu comportamento sem perder o equilíbrio emocional. Não esqueça! O poder é só um momento.

4. O Poder de dirigir
Liderar não é simplesmente estar à frente, é mais que isso, e duas coisas que um líder precisa ter é controle. O apóstolo Tiago fala de duas coisas que são essenciais para quem governa freio e leme (Tg 3:1-4) é de se observar que tanto o freio quanto o leme são instrumentos que controlam as forças contrárias. O líder que não possui esses dois instrumentos não está apto para governar.

5. Jesus o líder perfeito
Diante dos discípulos em momento algum ele demonstrou desespero, mesmo em momentos críticos da sua vida ministerial, Jesus foi um líder completo, as suas aulas praticas não somente marcaram os discípulos, mas também a todos nós até o presente, ele foi o maior líder da história da humanidade, como Deus ele nos deixou o seu belo exemplo “O filho do homem não veio para ser servido, mas para servir.” (Mt 20:28).

            Continuemos a por em prática as lições deixadas pelo nosso grande mestre Jesus, não podemos perder a ciência de que nunca seremos maiores do que os nossos mestres, mas como o seu mestre, a subserviência é o instrumento de medir. Não devemos esquecer-nos daqueles que nos ensinaram no passado, se atualmente você está no poder, lembre-se que você aprendeu de alguém, você ainda permanece sendo servo como ele (Mt 10:24,25). A prepotência e o autoritarismo desmesurado têm conduzido muitos líderes ao fracasso, por isso para quem é líder todo cuidado é pouco.

Pr. Elis Clementino-Paulista-PE

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ESBOÇO 730 AS PROCELAS DA VIDA.

ESBOÇO 730
TEMA: AS PROCELAS DA VIDA.
TEXTO: Mateus 14:22-32
               
                É muito natural ouvirmos falar de vendavais e tempestade, no entanto podem até se prever seus acontecimentos, mas não as conseqüências. As tempestades propriamente ditas têm características bem diferentes de uma simples chuva com ventos moderados que não causam estragos como acontecem com os fortes vendavais e tempestades em algumas partes no mundo. Eu desejo rapidamente e sem muitos pormenores discorrer sobre esses fenômenos, e o que eles podem causar, e finalmente concluir falando sobre os vendavais e tempestades espirituais.

1. Tempestades
Tempestade geralmente vem acompanhada com rajadas de ventos fortes, e dependendo da proporção ela pode causar graves estragos nas regiões afetadas, principalmente nas cidades costeiras e mar aberto, o mar fica agitado e com ondas altas e ventos com mais de 100 km/h, e quanto maior for a velocidade maiores são os estragos. Ouvimos histórias do passado e recentes com detalhamento do que esses acontecimentos têm causado, onde casas e prédios são invadidos pelas águas do mar com ondas gigantescas, arrastando barcos, carros, casas deixando muitas pessoas desabrigadas, outras cidades costeiras são praticamente varridas do mapa como no ultimo acontecimento no Haiti, em fim toda tempestade é devastadora e com alto custo para que essas cidades sejam recuperadas. Há muitos tipos de tempestades, mas todas elas deixam rastros de destruições grandes ou pequenas.

Existe também o furacão ou ciclone, eles se apresentam com características um pouco diferente de uma tempestade de chuvas e ventos, às vezes como uma espécie de redemoinho parecido com uma tromba de elefante afunilado que vem com ar quente e poeira dependendo da velocidade vai varrendo e jogando para a atmosfera tudo o que encontra pela frente, a situação se torna insopitável, embora existam países que são mais vulneráveis a esses fenômenos devido às localizações geográficas. Tanto as tempestades quanto o furação está acima das nossas forças (Mc 4:35-41).

Fenômenos assim acontecem no mar com as acomodações das placas tectônicas, quando elas se movimentam causam o fenômeno chamado maremoto jogando para terra água e lama, com essa reação inundam cidades inteiras como aconteceu no Japão há alguns anos atrás, os navios, barcos foram lançados em terra, árvores foram arrastadas, carros, casas, prédios e milhares de pessoas foram soterradas na lama.

Antigamente tempestades sobre alguns lugares eram sinais de reprovação divina sobre aquele povo, mas nem sempre foram, ou seja, apenas algumas calamidades. Todos nós estamos em situações vulneráveis às variações climáticas e outros fatores que contribuem para esses eventos, mas com o passar dos anos os acontecimentos vem ficando cada vez mais frequentes porque o próprio homem tem contribuído para essas ocorrências,

2. As tempestades espirituais
Deixemos de lado os eventos naturais e meditemos nos acontecimentos que envolvem a nossa vida espiritual. Existem circunstancias que nos parece serem tempestades, eles são piores porque atinge a alma e o espírito, invadindo a sua vida capaz de se instalar uma crise existencial.

Essas situações nos causam sensações desagradáveis como: Angústia, esvaziamento de Deus, pavor e finalmente falta tudo, essa situação lhe envolve como uma pele e você têm que lutar sozinho, nessa ocasião parece que o barco quer virar e começa a se encher de água e os ventos soprarem ainda mais fortes, seus gritos de socorro ninguém os escuta.

3. Os gritos de socorro
Os discípulos não queriam incomodar o mestre porque ele dormia na popa do barco sobre uma almofada, e num sono tranquilo parecia que nada estava acontecendo com o barco, mas de repente ele escuta um grito MESTRE DESPERTA! Não vês que estamos perecendo? Jesus tranquilamente se levanta, olha para os ventos e a bravura do mar e dá as suas ordens, AQUIETA-TE VENTOS! Pois eles são as causas que da revolta e a braveza do mar, depois ele dá as ordens ao mar dizendo: ACALMA-TE MAR!

Não importa que tipo de tempestade, vendaval, redemoinho ou tufão você esteja passando na área, financeira, na saúde ou espiritual, não perca a esperança, porque essas tempestades são como chuva de verão “passageira”. Não esqueça que o Senhor está no controle de tudo, o seu barco não vai naufragar, e do Senhor sairá à ordem e acalmará a tempestade como fez com os discípulos em alto mar, que ao vê-lo acalmar a tempestade gritarão em alta voz dizendo: QUE HOMEM É ESSE QUE ATÉ OS VENTOS E O MAR LHES OBEDECEM! A brisa suave do Senhor te dará descanso (I Rs 19:9-13).

“O poder infinito de Deus não está na tempestade, mas na brisa.” Rabindranath Tagore

Pr. Elis Clementino – Paulista –PE

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ESBOÇO 729 A FAMÍLIA DE ABRAÃO EM CRISE

ESBOÇO 729
TEMA: A FAMÍLIA DE ABRAÃO EM CRISE
TEXTO: GN 21:14-21

            As decisões que tomamos na vida não são de Deus, são exclusivamente nossas, e as consequências também. Decidir optar por atalhos nem sempre nos favorece, e toda manobra fora da vontade de Deus tem um preço. Razoaremos alguns eventos na vida de do patriarca Abraão e deles extrairemos algumas lições importantes para as nossas vidas.

1. As promessas de Deus
Anjos aparecem a Abraão e lhe faz promessas que Deus havia de dar-lhe um filho (Gn 18: 9-10), mesmo assim o tempo passa, mas já cansados de esperar e Sara já de idade avançada e não havia possibilidade de ter filho. É importante saber que as promessas de Deus, não passam, não envelhecem e ninguém impede o cumprimento.

2. A precipitação de Abraão e Sara
A impaciência é uma grande aliada da precipitação, embora Sara tivesse ciente que teria um filho resolveu não esperar preferindo fazer um atalho, ora! Nem sempre atalhos beneficiam às vezes as consequências é muito mais dolorosa, arrepender-se depois não evitará as sequelas. Sara aconselhou a Abraão gerar um filho na escrava Hagar na qual resultou no nascimento de Ismael, anos depois nasceu o prometido Isaque, essa manobra custou caro resultando numa série de problemas dentro da própria casa de Abraão, jamais Abraão e Sara sabiam os efeitos daquela manobra.

3. Desagradável circunstancia
Após o nascimento de Isaque começou os problemas, as desavenças entre Sara e Hagar, naquele clima desagradável Hagar é forçada a ir embora com Ismael, foi despedida apenas com pão e um odre de água (Gn 21:8-21), mas isso era insuficiente para a longa caminhada pelo deserto, em meio falta água o essencial para a sobrevivência de Hagar e seu filho Ismael, naquele momento o desengano tomou conta de Hagar ao ver aquela situação sem pão e sem água, ela deixou o menino em certo lugar e foi-se adiante para não vê-lo morrer.

4. A provisão divina
Quando todos os recursos humanos se acabam os de Deus entram em ação. Os propósitos de Deus jamais seriam impedidos na vida de Abrão “Operando Deus quem impedira? (Is 14:27), a provisão chegou no momento em que os recursos haviam acabados “Deus ouviu o choro do menino” (Gn 21:17). No deserto Deus prover tudo o que vocês necessitam para sobrevivência, no maior de desespero e de lágrimas parece que o Senhor não nos escuta, embora saibamos que os seus ouvidos não estão agravados para que não possa ouvir o nosso clamor (Is Is 59:1). O  Senhor proveu água para que Hagar e seu filho não morressem. Estejamos quietos porque as provisões de Deus chegam no momento certo.

5. Quatro coisas que Deus não permite que aconteça com você no deserto:
1. Abandoná-lo;
2. Deixar morrer;
3. Perecer as esperanças;
4. Deixar de cumprir as promessas.

6. Deserto
1. Lugar de preparação
2. Lugar de banquete (preparei mesa no deserto)
3. Lugar de renovação das esperanças (Renovou a de Abraão)
4. Lugar de renovo de forças

            Quando estamos nas mãos de Deus desfrutamos das suas provisões, o erro de Abrão não revogaria as promessas de Deus na sua vida, mas as consequências seriam inevitáveis. Muitas vezes queremos antecipar o cumprimento de algumas promessas feitas por Deus, as nossas decisões serão de inteira responsabilidade nossa, porém não devemos culpar a Deus por aquilo que deu errado. Devemos confiar e esperar no Senhor até que ele realize em nós o seus querer.

Pr. Elis Clementino – Paulista –PE

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